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    Oieeeee
    as menssagens!

    A vida eh Bela

    Chorar



    - Postado por: Priscila Santos às 15h13
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    Um passinho atrás, por favor


    A (falsa) intimidade, às vezes, bagunça tudo. Já teve um tempo que eu achava que a intimidade era irmã gêmea da cobrança. Só quem tem — ou acha que tem — intimidade com você se dá ao direito de cobrar atitudes, posições e dar respostas que você não perguntou e que geralmente nem quer saber.

    Eu, que não gosto de ser "chamada às falas", penei muito para conseguir conviver com essa tal intimidade. Aprendi, com muitos anos de tentativa e erro (poucos acertos), que quando as pessoas acham que podem ou querem, simplesmente invadem (ou tentam) e intimidam seu pedaço com as atitudes mais inusitadas.

    Tem aquelas pessoas que simplesmente resolvem mudar sua cadeira preferida de lugar, após alguns dias em sua casa. Se você deixar por isso mesmo é bem possível que um dia, ao chegar você descubra que mudou de endereço. Tem quem ache que deve dizer que você não deveria usar sapato com jeans ou que precisa colocar um batonzinho para disfarçar a palidez, e tem ainda aqueles absurdamente invasivos que não sabem da missa a metade e acreditam piamente que são enviados iluminados para dizer o que é preciso que se faça na sua vida pessoal.

    Mas isso nem é o mais grave. O pior mesmo é que essas pessoas nem se dão conta quando ultrapassam a linha amarela. Nem percebem que depois dela, existe alguém de carne e osso que carrega sua bagagem e tem uma vida — nem sempre arrumadinha — para tocar. Aí, quando você pede que não ultrapassem a linha, que nessas alturas já está vermelha de tanto espanto, a tal da intimidade se acha tão íntima que se ofende.

    Aí é que eu fico tentando entender, aprender e absorver esse tranco. Acho que é melhor começar a entregar as contas do mês e perguntar quando devolvem os canhotos pagos, ou desfiar inúmeros problemas cabeludos e pedir que só liguem quando tiverem a solução. Quem sabe isso possa afugentar os falsos íntimos, já que nunca vi alguém, por mais intimidade que tenha, assumir ou se responsabilizar pela vida alheia.

    Nem mamãe, que um dia me disse sem dó nem piedade: "a partir de agora é com você".

    Pois é, a gente tenta.

    Bom e agora as menssagens que eu fiz



    - Postado por: Priscila Santos às 14h53
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    É muito amor!


    Marina e eu voltavamos do nosso almoço tardio, caminhando com a mesma lentidão com que saboreávamos nosso sorvete de casquinha, quando ouvimos uma voz muito clara, vinda de um alto-falante, chamando pelo Romero. Olhamos pro outro lado da rua e lá está um carro lotado de balões coloridos, contratado pra efetuar a entrega de uma declaração de amor. Romero, o rapaz que tinha a maior cara de lutador de jiu-jítsu, era fácil de indentificar, afinal ele era o único a ser literalmente "prensado" entre o carro e a porta do seu local de trabalho, e logo atrás dele seus colegas faziam uma verdadeira chacrinha.

    A rua Santa Clara parou. Marina e eu também. Afinal, não é todo dia que a gente pode apreciar uma declaração de amor em Copacabana em plena luz do sol. A mensagem começou muito alta, inclusive com direito a trilha sonora romântica. A estas alturas, Romero, um homenzarrão forte e malhado, já tinha se transformado em "Momô" e escutava aquilo tudo com ar de incredulidade. A "locutora" transmitia o recado de uma provável ex-namorada que se chamava Isabele: "Por favor, Momô, todo mundo merece uma segunda chance." E toda Santa Clara concordava, sim, Momô, todo mundo merece. Momô tentou ligar pra moça, sabe-se lá se pra dizer que a segunda chance estava na mão ou se pra pedir que ela mandasse parar com aquele cena, mas a rua inteira vaiou... Faz assim não, Momô... A locutora, inflada com o apoio da população presente (e acredite, era uma população!), aproveitou pra dizer que o Momô não ia ligar, não, afinal ele era uma rapaz educado e ia ouvir a mensagem da moça até o final. Momô deu-se por vencido, desligou o celular e Santa Clara aplaudiu, entusiasmada!

    A mensagem continuou com vários detalhes românticos, muitos pedidos de perdão, sempre tomando o cuidado de salientar que o amor de Isabele por Romero era muito grande. Tão grande que é pra sempre, eterno, vasto... e a moça só queria uma segunda chance pra poder provar isso. Romero, com sua massa muscular e suas tatoos, poderia ser mesmo um instrutor de jiu-jítsu, mas eu começava a perceber que a lutadora era, de fato, a moça Isabele. De algum lugarzinho do meu deboche por presenciar tamanho mico, eu começava a admirar a coragem da garota, a quem não importava se a Santa Clara ia parar, se ia chover ou fazer sol, se alguém ia rir ou não da sua atitude: só a volta do seu amor tinha importância. A locutora, então, estendeu um presente enviado por Isabele, que o rapaz Romero pegou sem graça, como se fosse uma bomba prestes a explodir, e a locutora finalizou olhando nos olhos do rapaz: "Momô, é muito amor!"

    Santa Clara e eu concordamos. O rapaz riu, de nervoso.

    Antes de seguir meu caminho até em casa, vejo uma moça que não me é estranha, de bicicleta, parada assistindo à cena. Era Martinália, a cantora que eu adoro, com um sorriso no rosto. Já que era dia de pagar mico, quase pedi um autógrafo mas, depois pensei melhor, a celebridade ali não era ela. Por alguns minutos, por um breve instante, as luzes e os holofotes eram de Momô. Pôxa, Momô, dá uma segunda chance pra Isabele, vai. Pô, Momô, é muito amor!



    - Postado por: Priscila Santos às 14h31
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    Corações plugados

    Cleidiane Silva - Jornal O LIberal

    Amor pela Internet é algo ainda difícil de acreditar. Principalmente quando acontece com pessoas de cultura, língua ou países diferentes. "É um tal milagre encontrar, nesse infinito labirinto de desenganos amorosos, o ser verdadeiramente amado", disse o poeta Vinícius de Morais, a respeito de como é difícil achar a verdadeira cara metade nesse grande "baile de desencontros da vida". Quando escreveu estes versos na crônica 'O Amor por entre o Verde', em 1962, o poeta nem sonhava que pudesse existir um certo tipo de cupido eletrônico que viesse a ajudar as pessoas a encontrarem seus amores: a Internet.

    Ou você ainda é daqueles que acham impossível conhecer e se apaixonar por alguém via teclados e fotos digitalizadas? Estrelinha, de 18 anos, era do tipo que não confiava em pessoas que conhecia em bate-papo on-line e nem acreditava que um amor pudesse começar pela Internet. Já o paulista Faustão, 24, ao contrário, era do tipo que acreditava que tudo é possível, e ainda, como dizem, que existia alguém especial em alguma parte do mundo esperando para que o amor acontecesse.

    A história de Estrelinha e Faustão começou assim, em maio de 2002, numa noite de domingo. Ela tinha acabado de sair de um relacionamento, estava carente, e resolveu procurar alguém para conversar em uma sala de bate-papo. Então ela 'encontrou' Faustão e começaram a se conhecer. No início, as conversas giravam em torno de trabalho, futebol, além do clima (claro!). Passaram a se falar todos os domingos à noite, quando é mais barato. Aos poucos, eles foram ficando mais próximos, apesar da distância que separa Belém de São Paulo. Começaram a trocar e-mails e fotos mais freqüentemente, até que o bate-papo passou a ser diário.

    - Postado por: Priscila Santos às 12h31
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    LEALDADE

    Lula estava visitando Cuba, quando Fidel Castro resolve se gabar:

    - Compañero Lula, quieres ver como los cubanos son loyales a mi?

    - Sim, Companheiro Fidel, pode mostrar.

    Fidel grita para um soldado:

    - Soldado Diaz! Llegue acá!

    - Si, Señor Compañero!

    - Saque su arma!

    - Si, Señor Compañero!

    - Aponte su arma para su cabeza!

    - Si, Señor Compañero!

    - Puje el gatillo de la arma!

    - Si, Señor Compañero!

    E o soldado cubano arrebenta seus miolos, caindo morto.De volta ao Brasil, logo que acorda Lula resolve testar a lealdade dos soldados brasileiros. Ele faz com que coloquem balas de festim, sem que os soldados saibam, e então chama um deles:

    - Soldado Raimundo, vem cá pra eu ver uma coisa...

    - Sim, Companheiro Presidente!

    - Pegue aquela arma ali!

    - Sim, Companheiro Presidente!

    - Aponta a arma pra cabeca!

    O soldado olha desconfiado, mas obedece:

    - Sim, Companheiro Presidente!

    - Agora puxa o gatilho!

    O soldado responde:

    - Porra, companheiro presidente, bêbado já a essa hora da manhã???



    - Postado por: Priscila Santos às 18h22
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    Aew..
    eu tive que recomesar, o blog
    só um pekeno teste relaxem!

    - Postado por: Priscila Santos às 16h14
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